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terça-feira, 9 de julho de 2013

Conhecendo o meu Temperamento

Introdução

Descrições básicas dos quatro Temperamentos:

  1. Segundo o Dicionário: “Estado fisiológico ou constituição particular do corpo; compleição.” O conjunto dos traços psicofisiológicos de uma pessoa, e que lhe determinam as reações emocionais, os estados de humor, o caráter (Têmpera). Mistura proporcional de coisas, combinação, mescla. A palavra “TEMPERAMENTO” vem do latim e quer dizer: “mistura correta”. Relaciona-se com a idéia da medicina antiga (Hipócrates) de que o corpo continha 4 líquidos ou seiva:
a)      SANGUIS (sangue) = sangüíneo = cheio de sangue, ardente, vital – superextrovertido.
b)      CHOLOS (bílis amarela) = Colérico = quente, impetuoso – extrovertido.
c)      MELANCHOLOS (bílis negra) = melancólico = escuro, sombrio – introvertido.
d)     FLEUMA (mucosidade) = fleumático = frio, varagoso, preguiçoso – superintrovertido.

  1. Compreendamos uma coisa sobre o temperamento: ele nunca muda. Tal como sua aparência, sua altura e seu quociente de inteligência, seu temperamento será uma parte de você enquanto viver. O temperamento influencia tudo o quanto você faz, desde os hábitos do sono, estudo, estilo de alimentação, até a maneira de como você se relaciona com as outras pessoas. Humanamente falando, não existe outra influência em sua vida mais poderosa, que seu temperamento ou a combinação deles. É difícil haver uma função que não seja influenciada pelo nosso temperamento.

  1. O temperamento é a combinação de características que herdamos de nossos pais (bagagem genética). Naturalmente, o temperamento não é a única influência sobre nossa conduta. A vida doméstica, o treinamento, a educação e a motivação, por igual modo, exercem poderosas influências sobre nossas ações por toda a vida.

  1. O temperamento, entretanto, é a influência de número um na vida da pessoa, não somente por ser a primeira coisa que nos afeta, mas porque como a estrutura corporal, a cor dos olhos e outras características físicas, ele nos acompanha por toda a vida.

  1. O temperamento estabelece fortes diretrizes no comportamento de todo individuo.

I.                   – Vantagens de conhecer nosso temperamento predominante

  1. Primeiramente, temos que saber que nosso temperamento é herdado e congênito, e não pode mudar. Pode, sim, ser controlado pelo ESPÍTIRO SANTO, mediante a santificação, mas não transformado.
  2. Os estudiosos do assunto ensinam que o nosso temperamento é... herdado:
a)      50% dos pais.
b)      25% dos avós.
c)      20% dos bisavós.
d)     5% dos trisavôs.

  1. A falta de conhecimento do temperamento é uma das causas geradoras de conflitos de personalidade (geralmente chamada de incompatibilidade). Portanto, precisamos conhecer nosso temperamento predominante para melhor entendermos a nós mesmos, para nos aceitarmos e nos relacionarmos bem com os outros.

  1. Não podemos, jamais, confundir temperamento com má educação, má formação social, disfunções orgânicas do individuo, falhas de caráter, senão vamos querer justificar com isso nossas deficiências temperamentais, ao invés de nos deixar encher o ESPÍRITO SANTO (Ef. 5.18).

  1. Portanto, é necessário conhecermos nosso temperamento predominante para melhor nos conhecermos. (Por que somos assim? Ou por que agimos como agimos). E, conhecer melhor também nosso próximo e deste modo poder melhor compreendê-lo.

  1. É sabido que todos nós somos levados a agir de conformidade com as situações subjetivas. Portanto, saber o temperamento, ajuda a nos vigiarmos quanto a comportamento em relação a nós, e aos outros.


Necessidades espirituais de cada Temperamento:
Sangüíneo
Colérico
Abstinência, autocontrole, paciência, fé, paz e bondade.
Amor, paz, bondade, paciência, humildade, e benevolência.
Melancólico
Fleumático
Amor, alegria, paz, bondade, fé, e autocontrole.
Amor, bondade, docilidade, temperança, fé.


  1. A seguir, você vai responder a um teste sobre os quatro temperamentos. Assinale em cada um dos 4 temperamentos, aqueles itens em que você se enquadra – tanto os pontos fortes, quanto os fracos.


Os grandes privilégios do Escapulário
No dia 16 de julho de 1251, São Simão Stock suplicava a Nossa Senhora ajuda para resolver um problema da Ordem Carmelitana, da qual era o Prior Geral. Enquanto ele rezava, a Virgem apareceu- lhe, trazendo o Escapulário nas mãos, e disse essas confortadoras palavras: "Filho diletíssimo, recebe o Escapulário da tua Ordem, sinal especial de minha amizade fraterna, privilégio para ti e todos os carmelitas. Aqueles que morrerem com este Escapulário não padecerão o fogo do Inferno. É sinal de salvação, amparo e proteção nos perigos, e aliança de paz para sempre". A Igreja assumiu o Escapulário e fez dele uma das devoções mais difundidas entre o povo de Deus.
Em nossa época de superstições, não é supérfluo esclarecer que o Escapulário está longe de ser um sinal "mágico" de salvação. Não é uma espécie de amuleto cujo uso nos dispensa das exigências da vida cristã. Não basta, portanto, carregá-lo ao pescoço e dizer: "Estou salvo!"
É verdade que Nossa Senhora não pôs condição alguma ao fazer sua promessa. Simplesmente afirma: "Quem morrer com o Escapulário não padecerá o fogo do inferno". Não obstante, para beneficiar-se deste privilégio, é preciso usar o Escapulário com reta intenção. Neste caso, se na hora da morte a pessoa estiver em estado de pecado, Nossa Senhora providenciará, de alguma forma, que ela se arrependa e receba os sacramentos. E nisto a misericórdia da Mãe de Deus se mostra verdadeiramente insondável!
Alguns exemplos atestam de modo eloqüente esta verdade.
Viajando de automóvel em companhia de um bispo, o autor deste artigo viu uma mulher entrar distraída na rodovia e ser esmagada por uma enorme carreta cujo motorista não teve tempo de frear. O bispo mandou parar o automóvel, desceu apressadamente, deu a absolvição sacramental e ministrou a unção dos enfermos à mulher agonizante. Depois comentou comovido: "Ela estava com o Escapulário do Carmo. Certamente foi Nossa Senhora quem providenciou que um bispo estivesse passando por aqui, justo neste momento!"
Um caso diferente - narrado por Dom Marcos Barbosa na obra "O Escapulário de Nossa Senhora do Carmo" - se passou na Inglaterra. Na hora da morte, um cavaleiro conhecido por sua grande impiedade, em vez de pedir a Deus perdão de seus pecados, blasfemava dizendo: "Quero o inferno e o diabo!" Os presentes, horrorizados, chamaram São Simão Stock, o qual tomou o Escapulário e estendeu- o sobre o blasfemador. Imediatamente este se arrependeu e pediu os sacramentos. Segundo antiga e piedosa tradição, a Santíssima Virgem, aparecendo ao Papa João XXII, prometeu livrar do Purgatório, no primeiro sábado após a morte, todos os que portarem devotamente o Escapulário. Este é o chamado "privilégio sabatino". Para se beneficiar dele é preciso manter a castidade segundo o próprio estado, recitar o Pequeno Ofício da Imaculada ou rezar um terço todos os dias.
E mais: cada vez que o devoto beijar o Escapulário com piedade, fazendo um pedido à Santíssima Virgem, recebe uma indulgência parcial, isto é, a remissão de uma parte das penas que devia cumprir no Purgatório.
ESCAPULARIO.jpg
 "Não basta dizer que o Escapulário é um 
sinal de salvação.  Eu  sustento  que 
não há outro  que faça tão certa
  nossa  predestinação". 
São Claudio de La Colombière
Quem usa o Escapulário pode beneficiar-se também de indulgência plenária (remissão de todas as penas do Purgatório) no dia em que o recebe, na festa de Nossa Senhora do Carmo, 16 de julho; de Santo Elias, 20 de julho; Santa Terezinha, 1º de outubro; dos santos carmelitas, 14 de novembro; São João da Cruz, 14 de dezembro; São Simão Stock, 1